Letra
Poeira sobe no chão Cheiro de mungunzá no ar Chapéu de palha na mão Vim pra feira pra comprar Mudas de um juazeiro Pra plantar no meu terreiro No balcão do caldo de cana Vi seu rosto de repente Dois anos de vida cigana Coração ficou contente Copo cheio transbordou O tempo ali parou Olhar de quem não esqueceu O riso alto se ouviu Seu abraço encontrou o meu A saudade se partiu Vem cá, meu bem (Vem cá!) Dançar no meio da feira (Dançar!) O som do triângulo vem (Vem!) Sacudir a poeira (Sacudir!) Esquece o juazeiro (Esquece!) O amor chegou primeiro (Chegou!) É no balanço do pé É no calor do sertão Saber como você é Minha doce recordação Entre as redes de algodão E os potes de barro frio Segurei a sua mão Acabou-se o meu vazio Esqueci a mercadoria Nessa tarde de alegria Salto bate na terra batida Sanfona chora o oitavo baixo É a volta da minha vida No abraço que eu me encaixo Vem cá, meu bem (Vem cá!) Dançar no meio da feira (Dançar!) O som do triângulo vem (Vem!) Sacudir a poeira (Sacudir!) Esquece o juazeiro (Esquece!) O amor chegou primeiro (Chegou!) Rala o bucho, aperta o nó Nesse calor de forró O sol de tarde a queimar E a gente a se amar Não importa a distância Nem o tempo que passou Ficou só a substância Do que a gente plantou Vem cá, meu bem (Vem cá!) Dançar no meio da feira (Dançar!) O som do triângulo vem (Vem!) Sacudir a poeira (Sacudir!) Esquece o juazeiro (Esquece!) O amor chegou primeiro (Chegou!) É no balanço do pé É no calor do sertão Saber como você é Minha doce recordação
Comentarios (0)
Cargando…